Inspiração: Anelive Costacurta Torres

Anelive_abreA manhã de 16 de agosto de 2014 ficou marcada no mundo das corridas. Por volta das nove horas daquele sábado, um carro descontrolado, pilotado por um motorista embriagado, atropelou quatro pessoas que se exercitavam nas ruas da Cidade Universitária de São Paulo, a USP. O acidente vitimou o veterano Álvaro Teno e feriu gravemente os outros três. Entre eles estava a biomédica Anelive Costacurta Torres, mãe de dois filhos, que se preparava para sua primeira maratona. Um ano após o fatídico acontecimento, ela voltou ao esporte, recuperada, feliz e com direito a recorde pessoal nos 21K. continue lendo

Meus 10 anos de corrida!

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Foi em um dia qualquer do mês de agosto de 2005 que fiz meu primeiro treino no Parque do Ibirapuera, com a equipe MPR. E é tão bom olhar para trás e ver que se passaram 10 anos e como minha vida mudou nesse tempo… continue lendo

É diferente correr na montanha…

 

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No trail run, um passo nunca é igual ao outro. Você tem que ter muito jogo de cintura para lidar com as adversidades pelo caminho: subida, galhos, troncos, buracos, barrancos, lama… No sábado, dia 23 de maio, participei da K42 Ubatuba (litoral norte de São Paulo), etapa da KSeries Brasil. Alguns foram para os 42K, outros para os 21K, mas eu optei pelo percurso de 10K. Afinal, sou uma corredora (mais) de asfalto e não estou habituada ao terreno acidentado das montanhas – embora já tenha feito muitas provas do gênero. Além do mais, tenho uma prova-alvo daqui três semanas (a Mizuno Half Marathon, em SP) e não queria correr o risco de uma sobrecarga agora. continue lendo

Vamos começar do começo…

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Sou formada em comunicação pela FAAP há 26 anos e desde sempre escrevi para revistas – colaborei com as principais publicações femininas e de variedades do país. Há mais de 10 anos resolvi focar em saúde e bem-estar. E numa dessas, em 2005, me apaixonei pela corrida. Estava uns 10 quilos acima do meu peso ideal. Mas não foi isso que me fez ir para a corrida. Foi em uma viagem para cobrir um evento de esportes de aventura para deficientes auditivos, para uma revista de saúde que eu trabalhava, que tudo teve início. Um dos organizadores, que é corredor e virou meu amigo, falava com tanto entusiasmo do esporte, que eu achei que poderia ser legal. Optei pela corrida, inicialmente, pelo brilho nos olhos que vi nesse amigo. Juro que nem pensava em emagrecer ou melhorar a qualidade de vida quando comecei… continue lendo

Sobre corrida e um salto para o desconhecido

DCIM152GOPRORecebi o convite da Puma para fazer parte da Secret Running Society – uma ação da marca que idealizou uma “sociedade secreta” de corredores com atividades e produtos diferenciados. Para isso, teria de participar de um “treino secreto”, em um “local secreto”, com uma surpresa no final. Aceitei e nem fiquei pensando no que poderia ser. Vem ver o que rolou… continue lendo

No fun, no gain

yara_10abril boas sensaçõesÀs vezes eu vou correr e entro em uma espécie de transe. Esqueço pace, distância, postura… e tudo o que me interessa são as boas sensações. Já faz um tempo que penso escrever sobre isso. E dia desses, fazendo uma pesquisa para uma matéria que estou fechando, me deparei com um pensamento bacana, que vai nessa linha e me inspirou. A frase é atribuída a Lorraine Moller, corredora neo-zelandesa que participou de quatro Olimpíadas e foi medalha de bronze na maratona dos Jogos Olímpicos de Barcelona, aos 37 anos: “Para mim, correr é um estilo de vida e uma arte. Estou mais interessada na magia do esporte do que em sua mecânica.” continue lendo

Inspiração – Maria Rita

MariaRita3Conheci a Maria Rita há uns seis ou sete anos – primeiro pelo Twitter, depois pessoalmente. Desde o início nos identificamos. Viramos amigas. E a história dela sempre me inspirou – e eu adoro contá-la. Inaugurando a seção “Inspiração” aqui do blog, com vocês, MARIA RITA

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A corrida é terapêutica

run therapy1A corrida é mais do que deixar o corpo em forma, ganhar fôlego, baixar tempo. É também uma espécie de terapia. Quem corre sabe que após um dia exaustivo, umas boas passadas – lentas para relaxar ou rápidas para descontar a raiva – são calmantes. Tem toda aquela coisa de deixar o estresse e as preocupações pelo caminho em cada gota de suor que escorre. Mas não é exatamente disso que quero falar. Para mim, muitas vezes, a corrida é terapêutica no sentido de me fazer olhar para dentro. É quando a Yara conversa seriamente com a Yara. Por isso que às vezes digo que “eu preciso correr”.

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… corrida de rua unida contra a impunidade…

black runMais uma vez nos unidos – jornalistas/formadores de opinião/corredores. E aqui vai um texto coletivo. Escrito e assinado por várias mãos. Vamos a ele.  continue lendo

… feliz dia internacional da mulher…


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Inspirada num post da Nike, que diz que suar é bonito (e eu também acho sexy), encontrei minha forma de desejar feliz dia da mulher!

Nós que vivemos uma corrida diária de revezamento misturada a uma corrida de obstáculos, dando tiros de velocidade e mostrando resistência de longas distâncias, cruzar o pórtico no final do dia não nos faz merecedoras de uma medalha…

A recompensa maior está dentro da gente: é a certeza de que somos capazes de muito mais do que imaginamos.

A corrida em especial sempre me mostrou isso: EU SOU CAPAZ!