Inspiração: Vanessa Borgonovi

Vanessa_finalG4aA professora Vanessa Borgonovi, 37 anos, mãe de duas meninas, se encontrou na corrida e saiu do estado de obesidade, encarando recentemente uma meia maratona. Mas ela quer mais, muito mais. Inspire-se em sua história!  continue lendo

Anúncios

Redescobrindo o corpo e o estilo

Processed with Moldiv

Eu adoro aqueles programas de estilo que o consultor olha o guarda-roupa da pessoa e joga fora todas as roupas dela, rsrs. Claro que depois ele dá orientação e ajuda na transformação para se vestir melhor no dia a dia. Eu sempre fico imaginando se fosse comigo… Não acho que me visto mal (todas dizem isso nos programas, rsrs), mas talvez me falte noção de como valorizar melhor meu corpo. Tenho peito pequeno, cinturinha e principalmente quadris largos (meu ponto fraco, motivo de muitas brigas com as roupas). Em compensação, acho que tenho pernas bonitas – são 10 anos de corrida, né? – e gosto dos meus ombros. Quando eu estava gordinha parecia pior. Nada caia bem, muitas vezes me sentia um saco de batata… continue lendo

Correr faz muito bem às mulheres

Foto: Guto Gonçalves / Estúdio13 / Instagram @estudio13

Foto: Guto Gonçalves / Estúdio13 / Instagram @estudio13

O movimento de corredores pelos parques e ruas de todo o país é visivelmente crescente. As mulheres, em especial, têm ajudado a aumentar esse contingente. O perfil das corredoras é bastante amplo – reúne todas as faixas etárias e classes sociais. Não é à toa. O esporte vai além de perda de peso e definição do corpo: promove bem-estar geral, eleva a autoestima e estimula a superação. continue lendo

Suco de beterraba ajuda na corrida

Se no Brasil o suco verde está em alta nos programas de boa forma, na Europa a estrela é a bebida à base de beterraba. De tanta procura, chega a faltar o vegetal no mercado! Eles têm funções diferentes, é verdade: o verde age como detox e ajuda na perda de peso, enquanto o rosa pode melhorar sua performance nos exercícios. continue lendo

Superioga: a ioga dinâmica

Foto Guto Gonçalves / Estúdio13

Foto Guto Gonçalves / Estúdio13

Esqueça o “ownnn” e as posturas que muitas vezes lembram um número de contorcionismo. O Superioga vai fazer você rever seus conceitos a respeito dessa atividade milenar. Criação do educador físico e mestre de ioga Paulo Junqueira, de São Paulo, ela é a sensação da temporada fitness: com asanas (posturas) que se movimentam, detona até 800 calorias por aula – viu que o negócio é sério, né? –, derrete as gorduras e define o corpo, de um jeito para lá de dinâmico, desafiador e motivador. continue lendo

Vamos começar do começo…

2

Sou formada em comunicação pela FAAP há 26 anos e desde sempre escrevi para revistas – colaborei com as principais publicações femininas e de variedades do país. Há mais de 10 anos resolvi focar em saúde e bem-estar. E numa dessas, em 2005, me apaixonei pela corrida. Estava uns 10 quilos acima do meu peso ideal. Mas não foi isso que me fez ir para a corrida. Foi em uma viagem para cobrir um evento de esportes de aventura para deficientes auditivos, para uma revista de saúde que eu trabalhava, que tudo teve início. Um dos organizadores, que é corredor e virou meu amigo, falava com tanto entusiasmo do esporte, que eu achei que poderia ser legal. Optei pela corrida, inicialmente, pelo brilho nos olhos que vi nesse amigo. Juro que nem pensava em emagrecer ou melhorar a qualidade de vida quando comecei… continue lendo

Corra com o coração

IMG_2191

Foto: Guto Gonçalves / Estúdio13

Já não faço tantas provas como antes e nem sei quando tinha sido a última – talvez em outubro ou novembro do ano passado… Não lembro mesmo. Mas treino regularmente, sempre com uma meta (geralmente uma maratona) mais ou menos definida. A desse ano era a Maratona de Porto Alegre, em junho. Digo era porque estou passando por um período de reorganização da rotina (pessoal e profissional) e isso me tira um pouco o prumo. continue lendo

As lições da Maratona de Berlin

_Berlin_corrida (15)corFoi minha sétima maratona – uma corrida feliz do primeiro ao último passo. E me deixou lições para todos os momentos, como o atual. Um momento de recomeçar, se reinventar, de acreditar e simplesmente ir… Já havia feito seis maratonas – Porto Alegre, Nova York, Curitiba, Buenos Aires, Rio de Janeiro e Uphill (Serra do Rio do Rastro, SC) – e, seguindo meu objetivo de correr uma prova de 42K por ano, nos primeiros meses de 2014 comecei a pensar em minha nova experiência. Em meu histórico, haviam três maratonas feitas abaixo de 4h20m (um tempo que considero bom, para uma amadora como eu) e três bem acima dessa marca…. continue lendo

… tudo começou há oito anos…

post agosto 2013_BLOGA mudança no corpo foi uma consequência – o que eu gostei mesmo foi da mudança de atitude…

Minha vida começou a se transformar há oito anos. Para ser mais exata, no dia 21 de agosto de 2005.

Dois meses haviam se passado desde que eu tinha tomado a decisão de me mexer um pouco – isso aconteceu depois que fiz uma matéria sobre superação de limites e fiquei mexida com as palavras de incentivo do organizador corredor.

Já tinha feito os exames médicos necessários e a entrevista com o treinador Marcos Paulo Reis, da MPR Assessoria Esportiva. Estava tudo certo para começar a treinar em poucos dias. Mas foi nesse dia 21 de agosto de 2005 que dei literalmente meus primeiros passos.

Recebi um convite para a 2ª etapa do Circuito Track & Field e resolvi ir. Até então nunca havia corrido – ainda mais 10 quilômetros. Não sei se é um defeito ou uma qualidade, só sei que muitas vezes minimizo a dificuldade. E aqueles 10 quilômetros, na minha cabeça, “não eram muita coisa”.

Lá fui eu com tênis “de corrida” emprestado da minha filha (na verdade um Nike Shox, com aquelas molinhas), camiseta do evento, legging e 10 quilos a mais do que o ideal para o meu 1,55m.

Nos primeiros 100 metros, pensei: “por que fui inventar isso?” Mas fui colocando metas: “vou correr 500 metros, depois eu ando”. Quando cheguei aos 500 metros, pensei: “aguento mais um pouco”. E fui assim num trotinho lento. Por volta do quilômetro sete, não aguentei e comecei a caminhar – caminhei por dois quilômetros. A esta altura eu já tinha ficado para trás, bem para trás.

Na reta final, corria de cabeça baixa, um tanto envergonhada por meu corpo e por minha performance: éramos eu, meia dúzia de retardatários e a ambulância…

Mas cheguei. Completei em 1h22m25s. Ganhei medalha – nem tinha ideia de que todos os participantes ganhavam -, fiquei contente. E voltei para casa com o corpo todo dolorido, mas cheio de energia. Lembro que cheguei eufórica. Estava elétrica. Efeitos da endorfina.

Quando comecei a correr estava com 39 anos – e meio que incomodada com muita coisa na vida, mas sem coragem de mudar.

Só sei que o tempo passou, eu me mantive firme nos treinos, emagreci (o que foi uma consequência, não o objetivo principal) e mudei muita coisa na minha vida pessoal e profissional. E falo sem medo de errar que a corrida tem tudo a ver com essa revolução. Muitas dessas mudanças abalaram meu mundo, me deixaram na corda bamba, mas também me fizeram reagir.

Nas fotos desse post, o que mais gosto de ver não é a mudança no corpo (até porque no início eu emagreci bastante, depois me equilibrei por um bom tempo e recentemente voltei a ter umas “sobras”), mas sim a mudança de postura, de atitude. Essas imagens são de corridas, mas me representam também fora delas.

Outro dia, correndo em uma manhã fria e chuvosa, pensei: “uma das melhores coisas que fiz por mim foi ter começado a correr…”

… resgata a minha essência…

blognovo_revistauma

Às vezes troco de lugar e de entrevistadora passo a entrevistada…

Ao lado, um depoimento meu que saiu na revista UMA dois meses atrás.

A corrida tem tudo a ver com minha ‘virada de mesa’.

Eu recomendo!