Viajar de bicicleta pelo Brasil: sim, é possível!

Foto Guto Gonçalves Estúdio13

Foto Guto Gonçalves Estúdio13

Quando estava buscando inspiração para escrever o post aqui do blog sobre nossa cicloviagem, lembrei-me da música A Bicicleta, de Toquinho. E ela nunca fez tanto sentido. “Sou eu que te levo pelos parques a correr. Te ajudo a crescer e em duas rodas deslizar. Em cima de mim o mundo fica a sua mercê. Você roda em cima e o mundo embaixo de você. Corpo ao vento, pensamento solto pelo ar. Pra isso acontecer basta você me pedalar…” Foi mais ou menos assim que tudo aconteceu: os três dias na estrada foram um misto de alegria infantil, gosto da mais pura liberdade e sensação de que a gente pode tudo o que quiser com nosso esforço. No final, a constatação é a de que é muito possível viajar de bicicleta e que essa experiência é mágica. continue lendo

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A cicloviagem – um roteiro de bike para mulheres

YARA BIKE OK

Vai começar amanhã, dia 20, nossa cicloviagem. A ideia partiu da administradora de empresas e criadora da Ciclofemini Escola de Bicicleta, Claudia Franco, em parceria com a Specialized. Nossa intenção é  mostrar que mulheres de diferentes idades podem pedalar e sentir o gostinho de liberdade e aventura mundo afora, além de testar a nova bike Dolce Evo. Eu já estou com a minha e não vejo a hora de colocá-la na estrada.  continue lendo

Nasce uma ciclista

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Foto: Guto Gonçalves | Estúdio13 @estudio13

O blog chama Eu Corro Porque… Mas em algum lugar eu escrevi u um complemento que avisa: corridas e algo mais. E é sobre esse algo mais – especificamente uma nova paixão, a bike – que vou falar nos próximos dias. Quem só gosta de corrida e não está a fim de ler nada sobre bicicleta, peço que retorne daqui alguns dias. Mas gostaria que ficasse, que experimentasse as pílulas de felicidade que a bike tem me proporcionado. continue lendo

Dos 8 aos 80K de bike

bike_montagemA bicicleta sempre esteve por perto. Na infância, compartilhava com meus irmãos mais velhos um modelo que mais parecia uma motoca. Aos sete anos, ganhei uma do Papai Noel, só pra mim, vermelha (acho que era uma Berlineta Caloi). À medida que ia crescendo, subia o banco e o guidão até ter de fazer de vez o up grade para um tamanho mais apropriado. Já com 20 e poucos anos – casada e mãe da Fernanda –, não sabia se separava ou comprava uma bicicleta (na verdade o ditado é: “não sei se caso ou compro uma bicicleta”). Mas o fato é que separei e comprei uma bicicleta. E passei a pedalar quase todos os finais de semana até o Parque Ibirapuera, distante cerca de cinco quilômetros de casa.  continue lendo

W21K Asics: uma corrida perfeita!

asics w21k (2)Confesso que no início eu não era muito fã de corridas exclusivamente femininas… Mas mudei de ideia e já faz um bom tempo. Acho bem legal a atenção que as marcas passaram a dar a nós, mulheres, pensando nos mínimos detalhes para que a experiência esportiva seja a melhor. No ano passado, como estava às vésperas da Maratona de Berlin, fui só de torcida na W21 Asics. Mas esse ano participei. Da entrega do kit (na loja da Asics), ao kit em si (com direito à camiseta personalizada na hora e bolsa linda), passando pelo percurso (boa parte plano), pela cobertura (feita por fotógrafas) e as atrações (aula de dança), a ação chamando atenção para a prevenção do câncer de mama e os serviços (massagem, fotos, cabeleireiro) na arena, foi tudo perfeito. continue lendo

Inspiração: Anelive Costacurta Torres

Anelive_abreA manhã de 16 de agosto de 2014 ficou marcada no mundo das corridas. Por volta das nove horas daquele sábado, um carro descontrolado, pilotado por um motorista embriagado, atropelou quatro pessoas que se exercitavam nas ruas da Cidade Universitária de São Paulo, a USP. O acidente vitimou o veterano Álvaro Teno e feriu gravemente os outros três. Entre eles estava a biomédica Anelive Costacurta Torres, mãe de dois filhos, que se preparava para sua primeira maratona. Um ano após o fatídico acontecimento, ela voltou ao esporte, recuperada, feliz e com direito a recorde pessoal nos 21K. continue lendo

Cirurgia plástica X corrida

plastica5A corrida traz bem-estar e ajuda você a entrar em forma, melhorar a saúde, elevar a autoestima. Mesmo assim, há quem não resista em fazer um ajuste aqui, outro ali no corpo. E não há mal nenhum nisso. Mas algumas pessoas se sentem inseguras na hora de optar por um determinado procedimento. Será que vai ficar bom? Vou ter de parar de correr? A intervenção pode me ajudar depois a melhorar a performance? Para responder a essas e outras questões, conversei com o cirurgião plástico Sidney Zanasi, especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e assistente da disciplina de Cirurgia Plástica da Faculdade de Medicina do ABC – ele próprio corredor, apaixonado pelo esporte, com 13 São Silvestre, 20 meias-maratonas e duas maratonas completadas. continue lendo

Sephora Beauty Run: uma beleza de corrida

sephora beauty run

Sephora Beauty Run – Foto: Fernanda Balster

Bota 6K na conta. Não, pera… São 7K… Mas sabe que eu gostei desse “quilômetro bônus” na Sephora Beauty Run, no último domingo? Encarei como uma surpresinha para testar meus limites, rsrs. Vem ver como foi a prova… continue lendo

Inspiração: Vanessa Borgonovi

Vanessa_finalG4aA professora Vanessa Borgonovi, 37 anos, mãe de duas meninas, se encontrou na corrida e saiu do estado de obesidade, encarando recentemente uma meia maratona. Mas ela quer mais, muito mais. Inspire-se em sua história!  continue lendo

Redescobrindo o corpo e o estilo

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Eu adoro aqueles programas de estilo que o consultor olha o guarda-roupa da pessoa e joga fora todas as roupas dela, rsrs. Claro que depois ele dá orientação e ajuda na transformação para se vestir melhor no dia a dia. Eu sempre fico imaginando se fosse comigo… Não acho que me visto mal (todas dizem isso nos programas, rsrs), mas talvez me falte noção de como valorizar melhor meu corpo. Tenho peito pequeno, cinturinha e principalmente quadris largos (meu ponto fraco, motivo de muitas brigas com as roupas). Em compensação, acho que tenho pernas bonitas – são 10 anos de corrida, né? – e gosto dos meus ombros. Quando eu estava gordinha parecia pior. Nada caia bem, muitas vezes me sentia um saco de batata… continue lendo