Inspiração: Vanessa Borgonovi

Vanessa_finalG4aA professora Vanessa Borgonovi, 37 anos, mãe de duas meninas, se encontrou na corrida e saiu do estado de obesidade, encarando recentemente uma meia maratona. Mas ela quer mais, muito mais. Inspire-se em sua história!  continue lendo

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Inspiração: runalicious

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Quando eu corri a Maratona de Nova York, em 2008, na mega feira da prova, vi uma banquinha de roupas que me chamou atenção. Comprei uma camiseta por causa de uma discreta palavra escrita no peito: “runalicious”. Algo como “corrida deliciosa”. Depois, pesquisando sobre a expressão, descobri a história da “runalicious” e pensei: é isso, é por isso que eu também corro. continue lendo

Inspiração: Danielle Nobile

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“A corrida salvou minha vida de várias maneiras”, diz a professora Danielle Nobile, de Ribeirão Preto (SP). Ela sofreu um acidente de carro em 2012, ficou tetraplégica e teve de dar um tempo ao esporte que tanto amava. Mas não se deixou abater e deu a volta por cima. Vem com a Dani e ajude-a a ir cada vez mais longe… continue lendo

Inspiração – Maria Rita

MariaRita3Conheci a Maria Rita há uns seis ou sete anos – primeiro pelo Twitter, depois pessoalmente. Desde o início nos identificamos. Viramos amigas. E a história dela sempre me inspirou – e eu adoro contá-la. Inaugurando a seção “Inspiração” aqui do blog, com vocês, MARIA RITA

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… eu sempre penso nas mães…

duda2Eu sou mãe. E sempre penso nas outras mães quando vejo uma vitória no esporte. Penso em quanto elas ralaram para ver o filho ali, conquistando algo tão bacana, o quão orgulhosas se sentem… Hoje, em um programa do SportTV, vi o brasileiro Mauro Vinícius “Duda” da Silva, que conquistou o bicampeonato do salto em distância do Mundial Indoor de Atletismo, em Sopot, na Polônia, falar com a mãe dele ao vivo. Primeiro, emocionado, ele agradeceu ao pai, falecido em 2005, por tê-lo apresentado aos esportes e pelo apoio de sempre. Depois, agradeceu a mãe. Disse que quando subiu ao pódio, quase chorando, só pensava neles. Ah… esses momentos tão especiais. Mais do que títulos, marcas, performances, o que eu gosto, o que me coloca um sorriso no rosto, são essas emoções. 

Essa frase de Lorraine Moller, corredora neo-zelandesa que participou de quatro Olimpíadas e foi medalha de bronze na maratona dos Jogos Olímpicos de Barcelona, aos 37 anos, ilustra bem o que sinto: “Para mim, correr é um estilo de vida e uma arte. Estou mais interessada na magia do esporte do que em sua mecânica.”

Boa semana! 

…gente que faz…

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Neide Santos, Adriana Silva e eu: Vida Corrida
Foto: Guto Gonçalves/Estúdio13

Conheço a Neide Santos há tempos. Já fiz matéria com ela (leia aqui). Adoro seu astral. Sempre pra cima, sempre guerreira. E na sexta, dia 13, fomos finalmente conhecer seu projeto Vida Corrida, no Capão Redondo.

Fui eu, o Guto, a maratonista Adriana Silva e os meninos (Joaquim e Antônio). Que trabalho lindo a Neide faz no Parque Santo Dias, levando esporte e esperança para mais de 200 adultos e 150 crianças inscritas no projeto. Tudo acontece ali, em uma imensa área verde. “Temos um acordo com a Secretaria do Verde que nos cedeu essa área, com uma trilha fantástica de 1 km e outras menores. Meu sonho é fazer uma prova cross country por aqui”, conta Neide.

Chegamos em meio a uma aula infantil. Meninos e meninas, de 5 a 13 anos, estavam ali brincando, correndo, orientados pelo professor Balbino. “As mães treinam pela manhã e os filhos à tarde. Temos um resultado super positivo desse trabalho, tanto em ganho de qualidade de vida como em diminuição dos índices de violência na região”, diz a diretora do projeto.

Nossa visita com a Adriana teve também outro propósito. A maratonista foi encarregada de fazer a doação dos tênis arrecadados na Golden Four Asics de Brasília ao projeto Vida Corrida. Antes de fazer a entrega oficial, Adriana falou às crianças e às mães presentes, contando um pouco de sua experiência. “Comecei a correr aos 12 anos, convidada por meu irmão para participar de uma prova na cidade de Cruzeiro, onde nasci. Mas passei por muitas dificuldades até chegar aonde cheguei. O esporte foi muito importante em minha vida e me fez ir onde eu nunca havia imaginado estar. Foi o caminho que encontrei para realizar meus sonhos”, discursou a atleta que participou dos Jogos Olímpicos de Londres em 2012 e foi campeã Pan-americana na maratona, em 2011 no México, entre tantas outras conquistas. “Por meio da prática esportiva temos a oportunidade de nos tornarmos grandes cidadãos”.

“O Projeto Vida Corrida se sente honrado com a visita de uma atleta do nível da Adriana Silva. Agradecemos imensamente os calçados. Todo tipo de ajuda é bem-vinda. Um mundo melhor começa com esporte, saúde, educação, arte e cultura”, finalizou Neide.     

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O Projeto Vida Corrida: mudança social com os pés e o coração
Liderado voluntariamente por Neide Santos, o Projeto Vida Corrida teve início em 1999, com apenas seis integrantes. Hoje são mais de 350 participantes (cerca de 200 adultos e 150 crianças), sendo 87% mulheres e meninas com idades entre 4 e 80 anos. Os treinamentos de corrida acontecem dentro do Parque Santo Dias. “As mulheres e meninas do bairro do Capão Redondo sofrem pela carência de lazer, de entretenimento e oportunidades para praticar esportes, o que consequentemente promove a exclusão social e a ociosidade. A corrida, esporte democrático e de fácil acesso, possibilita reunir um grande número de pessoas sem distinção. E estas atividades reforçam o vínculo comunitário entre os participantes e fortalecem os laços familiares”, explica Neide.