… o dia em que conheci a Paula…

Yara e PaulaA corrida proporciona momentos pra lá de especiais, lembranças que não se apagam mesmo com o passar dos anos. Sensações tão mágicas que quando você lembra, dá risada sozinha e agradece pela oportunidade única. Foi assim, inesperado e até engraçado, meu encontro com a Paula… Radcliffe.

Aconteceu no início de novembro de 2008. Eu tinha corrido a Maratona de Nova York (prova em que o Marilson ganhou no masculino e a Paula no feminino). No dia seguinte à prova, uma segunda-feira, a pedido do editor da revista Contra Relógio (com a qual colaboro há tempos), fui a um evento no restaurante The Boathouse, no Central Park, para a cerimônia de premiação dos vencedores do World Marathon Majors. Os campeões, que faturaram meio milhão de dólares cada um, foram o queniano Martin Lel e a alemã Irina Mikitenko. Cheguei meio tímida, me apresentei ao assessor de imprensa, procurei uma mesa discreta e sentei, esperando para começar.

Distraída, olhando toda aquela movimentação e me sentindo privilegiada por estar em um evento como esse, perto de grandes nomes da corrida, nem percebi quando ela se aproximou. Sei que quando olhei a Paula Radcliffe estava sentada na minha mesa. Sabe quando você fica sem ação? Ao lado dela, a diretora da maratona de Nova York, Mary Wittenberg.

Minha primeira reação foi dizer “congratulations”. Entre atrapalhada e emocionada, ainda consegui falar que era do Brasil e que havia corrido a Maratona de Nova York. Ela disse que não conhecia o Brasil, mas gostaria de correr por aqui. E ainda retribuiu: “congratulations”. Contei ainda que meu tempo havia sido 4h21 e a simpática Mary Wittenberg disse que era uma boa marca! Melhor elogio impossível!!!

E teve espaço até para as gracinhas das filhas das campeãs: a Isla, filha da Paula, brincando de tirar foto, e Vanessa, filha da Irina, observando – porque ela só fala alemão…

No final, também bati um papo com o Marilson, que disse: “A Maratona de Nova York é uma prova dura e de altíssimo nível. E eu vim para cá com a convicção de vencer. Ganhar pela segunda vez foi maravilhoso!”

E só para registrar, outro encontro especial com o Marilson aconteceu recentemente, no Troféu Brasil de Atletismo, quando ele venceu a prova dos 10.000 m. Após a entrevista, brinquei dizendo que eu dava sorte para ele. Falei que estive em algumas provas nas quais ele havia sido campeão: NY (em 2008), 10 Milhas Garoto (em 2010) e naquele dia, no Troféu Brasil. Entrando no espírito da brincadeira, Marilson respondeu: “Então vai para Berlim” (referindo-se à sua próxima grande disputa, que aconteceria em setembro). Eu não fui… e ele chegou em sexto, rsrs. Brincadeiras à parte, Marilson é nosso maior atleta e não depende de sorte ou superstições. Simplesmente vai lá e faz!

No evento em NY, assumindo meu lado de corredora e fã, não resisti e tirei fotos com os campeões da Maratona em 2008 – me julguem!

Este slideshow necessita de JavaScript.

Anúncios

p o d e_f a l a r

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s