… completei minha quinta Meia Maratona…

sbcHoje, na cidade de São Bernardo do Campo, aqui ao lado de São Paulo, completei minha quinta Meia Maratona. Já fiz três no Rio de Janeiro, uma em São Paulo e essa agora.

E é uma delícia. A distância já não me assusta e nem me deixa com tanta expectativa, como nas primeiras vezes. Não é que eu ache fácil, mas sei que é perfeitamente viável cumpri-la.

Desta vez, no entanto, me propus participar da prova como um treino, um longão de final de semana. Teoricamente não estava preocupada com o tempo que iria fazer. Até porque minha panturrilha, que eu desconfio estar com uma contratura, era uma ameaça. 

O dia amanheceu chuvoso e largamos debaixo d’água. Porém nada assustador. A chuva logo ficou fininha e lá pela metade da prova, parou de vez.

Disse que teoricamente não estava preocupada com o relógio, mas é difícil manter essa decisão no meio da corrida. Tem que trabalhar a cabeça, os pensamentos e controlar o corpo. Fiquei me policiando o tempo todo para não acelerar demais e me machucar. E dentro do possível, fui na manha.

Completei os primeiros 10 K em exata 1 hora. Daí, me sentindo bem, em alguns trechos pude puxar o ritmo um pouco mais forte. Isso fez com que a segunda metade da prova fosse mais rápida.

Em vários momentos lembrei das palavras de um amigo que diz que o que importa é desfrutar as sensações. E foi isso que fiz. Alguns trechos me lembraram, inclusive, a Maratona de Porto Alegre. Revivi algumas emoções dessa prova e curti outras que pintaram.

Completei em 2h04m. Comparando com o Rio de Janeiro (1h59m), um mês atrás, o resultado em SBC não foi lá essas coisas. Porém, considerando o incômodo na perna e altimetria da prova, posso dizer que fui bem. Como tem subida o percurso! Que prova dura!

No final, já com medalha e conversando com os amigos, tive meus “momento de celebridade”, rsrsrsrs. Um leitor da Contra Relógio, chamado Ângelo, veio falar comigo sobre a matéria da maratona de Porto Alegre. Disse que gostou do texto e da maneira como eu descrevi a prova, “com a alegria de uma menina de 15 anos”, disse ele. E eu respondi: “é exatamente assim que eu me sinto correndo, com a energia e a alegria de uma menina de 15 anos”.

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