… faltam 114 dias para minha primeira maratona…

calendarioTenho a intenção de postar aqui todos os dias (não garanto, mas farei o possível), pelo menos algumas linhas, para falar da minha rotina de “pessoa normal” que vai correr uma maratona.

Isso para mostrar que todo mundo pode se lançar a um desafio, por maior que possa parecer, e por mais atribuições que tenha no dia-a-dia – e mais, sem perder a leveza da vida, o bom humor, sem radicalizar total… Quem sabe isso vira uma reportagem depois.

Pois bem: 114 dias me separam da minha primeira maratona, que será a de Porto Alegre, em 25 de maio. Essa é minha meta, meu desafio, e estou treinando para isso. Algumas coisas podem mudar pelo caminho, claro. Mas tudo o que eu vejo agora, em se tratando de corrida, são esses 42 km que eu tenho a percorrer.

Há algumas semanas venho fazendo a “base”, o fortalecimento, para aguentar o tranco dos treinos que passarão a ser mais longos. A sensação é de que a gente fica pesada, lenta… E acho que fica mesmo. Mas tô ficando forte, de verdade, e estou gostando.

Como muitos que lêem o blog sabem, sou jornalista, mãe de dois filhos e corredora. Essa semana, minha rotina foi uma corrida de revezamento: de manhã fiz um curso para me aperfeiçoar na minha área. Saia da aula ao meio-dia. Por volta de 12h45 estava em casa, pegando meu filho de seis anos para levar à escola.

Voltava, almoçava, e dava um gás no trabalho. Em duas tardes ainda tive de encarar fila de banco e trânsito para resolver algumas coisas de trabalho fora.

Por volta de seis e meia, sete horas da noite, ia treinar. Fui na terça, na quarta e na quinta. E cumpri a risca meu treinamento, por mais cansada que estivesse. Tenho certeza que tudo isso se deve a meta que eu tracei. Se não tivesse a Maratona em mente, possivelmente teria me dado uns dias de folga.

Por volta de nove da noite, passava para pegar meu filho, que graças à avó, já vem “jantado”. Aí é chegar em casa, tomar banho e ver alguma coisa pra comer. Depois, a rotina básica de mãe: olhar a mochila dele, ver a agenda, lição, colocar uniforme para lavar, preparar a roupa do dia seguinte… Tem minha filha também, que quer conversar, falar dos assuntos do dia; e ainda a cachorra “carente” que quer atenção (rsrsrs).

Vira e mexe ainda tem algum trabalho por terminar no computador à noite. Quando estou muito cansada, vou deitar e deixo para o dia seguinte cedo.

E foi assim essa semana. E será assim por mais cento e poucos dias. As atribuições diárias vão variar, mas a correria será sempre grande.

Eu sou uma pessoa comum, uma mulher como tantas outras, que se lançou nessa história de maratona. E vou chegar lá. Você também pode!

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